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Blogaridades

À Bolina Pela Vida... Irónico contra os ventos surumbáticos, sério contra os ventos irresponsáveis, iconoclástico contra os ventos dogmáticos, e politicamente incorrecto sejam quais forem os ventos...

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TRUMPORÇAMENTO...

por bolinando, em 18.03.17

Ora aqui temos um cartoon que resume bem as prioridades orçamentais da dupla maravilha Trump/Bannon

 

 

KELLYANNE... NO WAY!

por bolinando, em 28.02.17

Kellyanne Conway, joelhos sofá sala oval

Kellyanne... rica... a tia acha que isso são maneiras de se sentar na Sala Oval?

Ah... é para o Donald não a grab by... OK, faz sentido...

E os sapatos não são da linha da Ivanka? Então já se percebe.

Está desculpada tia.

Vá lá inventar mais uns atentados e redigir mais umas leis contra imigrantes.

 

TRUMP A ESTICAR-SE

por bolinando, em 26.02.17

A recente medida de Trump de barrar a entrada na roda de imprensa diária da Casa Branca a jornalistas de orgãos de comunicação que têm criticado abertamente a acção presidencial de Trump pode por alguns ser considerada apenas como mais uma bizarria de uma administração manifestamente desajustada do cargo que ocupa, ou mais uma birra de um menino mimado que não está habituado a ser contrariado e que, sem saber ler nem escrever se viu elevado a Presidente dos EUA.

Infelizmente é muito mais que isso.

Os EUA, goste-se ou não, são das mais antigas democracias do mundo e a que mais inspirou outros povos e nações a baterem-se por esse regime. E convém relembrar que, sobretudo no século passado, quando as democracias estiveram em risco na Europa foram os EUA que, tardiamente, é certo, e com muitos interesses comerciais à mistura, acorreram em seu auxílio.

Ora um dos bastiões da democracia nos EUA sempre foi a liberdade de expressão, não apenas individual, mas também colectiva, através do respeito pela liberdade e tratamento igualitário dos meios de comunicação e dos seus profissionais.

E os principiais órgãos de comunicação sempre cumpriram com grande profissionalismo e sentido ético a sua função de manter a opinião pública americana (e não só) correctamente informada. 

Cobriram, sem qualquer censura, as condições do corpo expedicionário americano na 1ª Guerra, muito contribuindo para o fim da bacoca guerra de trincheiras, tal como cobriram a participação dos GIs americanos na segunda guerra, quer na Europa, quer no Pacífico, e foram os primeiros a divulgar as horripilantes imagens e a tenebrosa realidade do Holocausto perpetrado pelo regime nazi.

Estiveram também na cobertura, verdadeira e muitas vezes arriscada, da guerra do Vietnam, muito contribuindo para que o "Home front" se rebelasse contra uma guerra sem qualquer sentido para o povo americano e que matava os seus filhos aos milhares.

E foi ainda o jornalismo de investigação que revelou tramas e conspirações que punham em causa a verdadeira essência da democracia nos EUA, como foi o caso Watergate, provocando até a queda de um presidente, Nixon.

E foram também esses media que trouxeram até nós a Guerra do Golfo, os seus desenvolvimentos e a realidade da inexistência de armas de destruição massiva.

E apesar de tudo isto, nunca nenhuma administração americana se tinha atrevido a barrar os jornalistas e a vedar-lhes o direito de informarem, muito menos discriminando entre órgãos "favoráveis" e "desfavoráveis" à Administração.

E foi este passo perigosíssimo, que Trump ou os seus "conselheiros" decidiram tomar.

E com este "pequeno" passo é a própria essência da democracia americana que é posta em causa.

Se dúvidas houvesse, fica claro que Trump é um ditador, louco e ignorante, ainda por cima.

A minha esperança, que julgo ser partilhada por todos os democratas, é que a sociedade americana seja mais forte que as pulsões autocráticas de meia dúzia de tiranetes e que a "land of oportunities" prevaleça sobre todas as tentações totalitárias.

E se for necessário que os EUA mergulhem numa guerra civil, lamento mas para além de já ter acontecido no passado, antes isso que os EUA a mergulharem o mundo numa guerra de destruição total.

Valha-nos a coragem de algumas personalidades dos vários ramos artísticos que não se têm coibido de saltar para a primeira linha do combate, conscientes de que após as limitações ao direito de informar vêm sempre, inevitavelmente, a censura e as limitações ao direito de criar e de se exprimir.

 

E já agora não queria deixar de assinalar a forma discreta e envergonhada como alguns "jornaleiros" de alguns pasquins do nosso país, admiradores confessos ou envergonhados do Trumpismo se têm referido a este"episódio", tendo-o mesmo ignorado olimpicamente alguns. Deviam envergonhar-se!

 

TRUMPUNIDADE! TRUMPUNIDADE!

por bolinando, em 12.02.17

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Trump quer unir os americanos...Quer acabar com tudo o que os separa. E como prova disso começa por tentar acabar com... a separação de poderes!

APROVEITE AS CAMPANHAS DE PROMOÇÃO DA CASA BRANCA!

por bolinando, em 09.02.17

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Esta pirua com ar de hospedeira das linhas aéreas da Coreia do Norte depois de atropelada por um camião de transporte de mísseis, é conselheira de Trump.

E deve ter um contrato daqueles de 60 horas, como gostariam alguns padeiros portugueses, porque, mesmo fora de horas, apareceu na cadeia Fox, em directo da Casa Trump Branca, num gabinete com o selo oficial da Casa Branca, a apelar a que os americanos fossem comprar os produtos vendidos pela filha do Presidente, a Ivanka (com este nome tem muita sorte por o pai a deixar entrar nos EUA). 

"Vão comprar os produtos da Ivanka. Detesto fazer compras, (mas) hoje vou fazê-las. É uma linha magnífica (de produtos). Eu própria tenho alguns. Vou fazer publicidade gratuita: vão todos comprá-los. Vocês podem encontrá-los online".

Assim, com o descaramento todo!

Só espero que os produtos em questão sejam estes penicos de cabeça vermelhos e estes dólmens de hussardo de Pyong-Yang! E espero que esgotem rapidamente!

Até porque já estou a ver a nova tendência da moda primavera-verão para espantalhos do mid-west!

Por aqui se vê como, para esta administração, etiqueta é apenas aquele quadradinho de tecido com o número da peça de roupa e as instruções de lavagem.

Imaginem o que seria se em Portugal um assessor do Presidente Marcelo viesse falar do Palácio de Belém, em directo, a aconselhar as pessoas a irem comprar "Farinha Amparo", ou "Calcitrine"!

É O TRUMPGÁGÁ DA BICHARADA...

por bolinando, em 09.02.17

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Nem os animais escapam à insanidade política de Trump! Por "instruções superiores" (leia-se a Administração Trump), a partir de 3 de Fevereiro, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) retirou da sua página online os relatórios das inspecções às indústrias animais.

Há muito que as indústrias se queixavam da publicação dos relatórios que denunciavam as condições cruéis detectadas em inúmeros matadouros e explorações de criação intensiva, nomeadamente de suínos e de aves e do impacto que esses relatórios tinham sobre a opinião pública americana, o que obrigava essas indústrias a investirem em condições que respeitassem minimamente o bem-estar animal.

Agora Trump y sus muchachos resolveram a questão pela raiz: Proibiram, a publicação desses relatórios, o que está a provocar (mais) uma onda de protestos, desta vez entre as associações de defesa dos animais.

Confesso que a mim esta atitude não me surpreendeu. Por um lado porque Trump nunca escondeu ser o testa de ferro dos grandes lobbies industriais mais reaccionários dos EUA. Por outro lado porque desde o primeiro dia que Trump tem investido contra todos os que têm um QI superior ao seu. Chegou a vez dos animais.

Após o cão de água português de Obama, já se sabe agora quem é o novo animal habitante da Casa Trump Branca. É uma doninha fedorenta e chama-se Donald!

A CRIATURA E O CRIADOR

por bolinando, em 08.02.17

 

Pois é... torna-se cada vez mais claro por que razão Trump foi eleito, apesar de ser reconhecidamente um idiota. 

Não que os sectores da direita mais radical tenham deixado de o considerar um idiota. Apenas mudaram a sua classificação de "idiota inútil" para "idiota útil".

Trump não foi eleito para mandar mas sim para se sentar na Sala Oval a brincar ao "Risco".

Bannon e os seus seguidores, capazes de fazer o "Tea Party" parecer um bando de perigosos esquerdistas lá vão implementando a sua agenda, cada vez menos oculta. E de repente  a "Land of Oportunities", o "Big Melting Pot", a terra da "Declaração de Independência", do "We, the People", acorda diariamente com medidas que não "envergonhariam" algumas das ditaduras mais selvagens que o mundo já conheceu. E isto em questão de dias.

E enquanto Trump vai imitando Salazar depois de cair da cadeira, convencido de que é ele que manda, olhando para "as gajas" que passam pela White Trump House" (o Salazar só olhava para as galinhas do quintal), e a fazer telefonemas ao estilo aluno do secundário para os lideres de todo o mundo, perante o gáudio dos red-necks que julgam que o mundo deve ser governado ao estilo Custer e se esquecem (os que sabem) como acabou Custer e o seu sétimo de cavalaria, na sombra os Bannons e outros personagens sinistros, vão empurrando o mundo para um abismo...

É curioso ver-me a ter um pensamento que nunca imaginei... o de que sejam os militares americanos, conscientes dos verdadeiros perigos e da inutilidade de certas atitudes, que ponham um ponto final neste Circo presidido por Calígula II em que a política norte-americana se está a tornar. 

 

 

NÃO AO MURO NA MEXICANA!

por bolinando, em 31.01.17

 

Estou preocupado. Parece que Trump se prepara para dar instruções ao novo embaixador dos EUA em Portugal para iniciar os estudos sobre a construção de um muro em torno da Mexicana, o qual seria financiado por uma percentagem do custo das bicas e dos galões servidos nessa pastelaria, o que me afectaria em virtude ser um cliente ocasional da mesma. 

Claro que a ameaça não é para já, pois Trump ainda está a tentar descobrir no mapa onde fica Portugal, e como está debruçado sobre um mapa da Disneyland de Orlando, ainda demorará algum tempo a concretizar a ideia.

Mas até lá e para não perder tempo, já deu ordens para despedirem da Disneyland o Pluto (nos EUA, filho da Pluta célebre, só pode haver um, o próprio Trump), a Branca de Neve por confraternizar e ajudar 7 doentes de nanismo, o que lhe cheira perigosamente a Obamacare, o Aladino por ser oriundo de um país muçulmano, o Tio Patinhas, por ser mais rico que ele, o Speedy Gonzalez, por ser mexicano, a Minnie, por ser uma rata que não permite que ele a agarre pela dita, o João Honesto por sê-lo e o pato Donald, para evitar confusões. 

Mas em contrapartida também já nomeou o Bafo de Onça para novo embaixador no México e o Tico e o Teco para ocuparem o espaço oco por baixo da sua cabeleira.

ENFARTE, CUMPRE O TEU DEVER!

por bolinando, em 31.01.17

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Segundo o Daily Sun, um eminente cardiologista britânico, identificado como Dr. Heck, prevê que Donald Trump venha a falecer de ataque cardíaco durante o seu mandato.

Eu não sou médico, mas quero firmemente acreditar na competência deste.

Agora, o que acho mais complicado será fazer parecer que foi mesmo um acidente cardio-vascular!

 

MEDIDAS DO TRAMPA

por bolinando, em 29.01.17

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Trump só desiludiu os pobres de espírito que julgavam que "aquilo é só pose", "é só para ganhar o voto dos labregos"...

Nada disso aconteceu. Para já, o resultado está a sair ainda pior que a encomenda.

As recentes medidas contra os nacionais de países muçulmanos é bem prova disso. Mas ouvi uns zun-zuns de que Trump tem ainda mais medidas na manga (ou debaixo da melena, onde cabem ainda mais).

Por exemplo, prepara-se para banir todos os nomes começados por Al, que Trump e os seus conselheiros associam de imediato à língua árabe utilizada pela maioria dos muçulmanos. Assim, por exemplo o mítico forte Alamo, símbolo da resistência dos americanos contra os mexicanos na era a.m. (antes do muro), passará a ser designado por Forte Amo (o que agrada sobremaneira ao lobby dos fabricantes de armas e munições. E daqui para a frente o grito que vai ouvir-se será "Remember the Amo!).

Também o estado do Alabama passará a ser designado por Estado do Abama. Mas neste caso, Trump desconfia da sonoridade do nome e, pelo sim pelo não, vai construir um muro todo em volta do Estado. E já disse que vai ser pago a prestações pela pensão de reforma do ex-Presidente Obama.

Também a circulação vai sofrer alterações. Devido ao estado de graça com os ex-colonialistas britânicos da era pós-Brexit e em homenagem à sua amiga Teresa May, compatriota da primeiro-ministra Theresa May, a circulação nas estradas americanas vai passar a ser feita pela esquerda... para os americanos. Os emigrantes, para mais facilmente serem identificados, continuarão a circular pela direita.

Ainda sobre a aproximação com os ingleses, especula-se que brevemente Trump convocará uma conferência de imprensa no Rancho das Coelhinhas na qual revelará (numa piscina gigante e entre "golden showers" e hot-dogs) o novo slogan da sua presidência, acompanhado da sua musa inspiradora, a Teresa May (a actriz, não a primeiro-ministro), o qual será: "Yes, we May!"

Outra medida anti-muçulmanos de Trump vai ser disseminar pelo país setas de direcção como as da imagem, destinadas a confundir os muçulmanos sobre para onde deverão virar-se para rezar. 

MECA SIGN.jpg

 Em suma, cada vez é mais difícil distinguir entre o estilo governativo de Trump e o de Saddam Hussein. Neste momento já só uma coisa os diferencia: Saddam falava inglês melhor.

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